OLÁ AMIGOS,
Junto a todas essas novas experiências que a citei no último post, estamos também vivendo e aprendendo com a fala do Gui. Muito engraçado. Muito divertido e muuuuuuuuuuuuito legal.
Tem inventado tanta coisa que a gente não consegue entender. No meio saem algumas coisas palpáveis, tipo: Nanam, Dadá, Vovô, Vovó, adôua (bola), aua (lua), xeu (céu), Sol, água, iaia (animal), auí (árvore), adobú (Pablo), dudu (chupeta), é minha, e tá (tá, mesmo). Ainda tem outras, que não estou lembrando.
Mas mais do que falar mesmo, o que mais me deslumbro com essa fase que o pequeno está passando é justamento com o despertar da conciência dessa vida. Deixou de ser só um bixinho guiado pelo instinto e agora comunica-se meio na nossa linguagem, meio na dele, mas já expressa com bastante veemência o seu desejo, agrado e desegrado e até carinho, com um doce e caloroso "Nanaaaaaaaaaaam", seguido de um abraço apertado e um encosto de cabeça. E com isso ele me coloca no bolso. Estamos entrando na fase de negociarmos, tentando não impor. Somente quando percebe-se que não há negociação da parte dele, quando o seu argumento é um belo choro.
Estamos, por enquanto, negociando a saída do banho, avisando que o banho acaba em 2 minutos, e ele argumenta, e a gente negocia, e em dois minutos (que geralmente passam pra cinco), e banho é findado, geralmente sem choro.
E aí começamos a fase de educar e transformar o nosso bebê em um cidadão que precisa ser conduzido dentro dos nossos princípios de moral, ética e bons costumes. Agora, realmente está começando a fase de maior responsabilidade das nossas vidas.
Devo confessar que sei que a missão será árdua, mas que sonho em olhar o Gui daqui uns 20 anos e pensar com um certo orgulho: - Conseguimos criar formar um Homem, conseguimos formar um Cidadão.
Que Deus nos proteja e nos guie nessa longa jornada.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
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