Acordar durante a noite é uma parte natural do ciclo de sono de todos nós, incluindo os bebês. Normalmente, passamos por fases de transição entre a vigília e o sono, depois pelo sono leve, o sono com sonhos e finalmente o sono profundo. O processo inverso acontece até que voltemos a acordar (muitas vezes sem nem perceber).
Cada um desses ciclos dura aproximadamente uma hora e meia, e tanto adultos como crianças completam, em média, cerca de cinco deles por noite.
Geralmente, não chegamos a lembrar que acordamos porque costumamos simplesmente mudar de posição, nos reacomodar no travesseiro e voltar a dormir. Se você filmasse seu sono, veria esses movimentos acontecendo em intervalos regulares durante a noite.
Acordamos para valer quando sentimos que alguma coisa está errada -- como um cheiro de fumaça na casa, o som do bebê tossindo ou a falta do travesseiro (que está no chão, claro!).
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
De quantas horas de sono um bebê precisa?
O sono dos recém-nascidos
Os bebês precisam de mais horas de sono do que os adultos. Em média, crianças com menos de 3 meses dormem o dobro de horas que os pais, sendo metade delas durante o dia.
Quando pequenos, os bebês não dormem de uma vez só, já que precisam acordar para mamadas frequentes. Durante o dia, alternam mais as horas alertas e as de sono, e à noite dormem por mais horas seguidas. A duração desses ciclos varia muito de criança para criança, porém, em média, seu filho vai dormir cerca de duas horas por vez durante o dia, e de quatro a seis à noite.
Quando pequenos, os bebês não dormem de uma vez só, já que precisam acordar para mamadas frequentes. Durante o dia, alternam mais as horas alertas e as de sono, e à noite dormem por mais horas seguidas. A duração desses ciclos varia muito de criança para criança, porém, em média, seu filho vai dormir cerca de duas horas por vez durante o dia, e de quatro a seis à noite.
O sono de bebês com mais de 3 meses
Entre 3 meses e 1 ano, seu filho gradualmente passará a dormir mais à noite e menos durante o dia.
Aos 3 meses, estará dormindo o dobro de horas à noite do que ao longo do dia. Aos 6 meses, a maioria dos bebês dorme cerca de 12 horas noturnas, com breves interrupções, e tira duas boas sonecas durante o dia.
Ao completar 1 ano, muitas crianças ainda dormem de 12 a 14 horas no total, incluindo uma soneca diurna. Ao longo do ano seguinte, esse cochilo poderá ou não desaparecer.
Aos 3 meses, estará dormindo o dobro de horas à noite do que ao longo do dia. Aos 6 meses, a maioria dos bebês dorme cerca de 12 horas noturnas, com breves interrupções, e tira duas boas sonecas durante o dia.
Ao completar 1 ano, muitas crianças ainda dormem de 12 a 14 horas no total, incluindo uma soneca diurna. Ao longo do ano seguinte, esse cochilo poderá ou não desaparecer.
De olho no soninho do dia
Administrar o horário das sonecas do bebê é um elemento-chave para um bom sono de um modo geral. Se uma criança tira uma soneca ao final da tarde, isso pode prejudicar o sono da noite.
O melhor é reservar o começo da manhã e da tarde para as sonecas, e, à medida que seu filho crescer, deixá-las para logo depois do almoço, com um intervalo bem grande antes da hora de dormir à noite.
O melhor é reservar o começo da manhã e da tarde para as sonecas, e, à medida que seu filho crescer, deixá-las para logo depois do almoço, com um intervalo bem grande antes da hora de dormir à noite.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
O Aprendizado da fala
OLÁ AMIGOS,
Junto a todas essas novas experiências que a citei no último post, estamos também vivendo e aprendendo com a fala do Gui. Muito engraçado. Muito divertido e muuuuuuuuuuuuito legal.
Tem inventado tanta coisa que a gente não consegue entender. No meio saem algumas coisas palpáveis, tipo: Nanam, Dadá, Vovô, Vovó, adôua (bola), aua (lua), xeu (céu), Sol, água, iaia (animal), auí (árvore), adobú (Pablo), dudu (chupeta), é minha, e tá (tá, mesmo). Ainda tem outras, que não estou lembrando.
Mas mais do que falar mesmo, o que mais me deslumbro com essa fase que o pequeno está passando é justamento com o despertar da conciência dessa vida. Deixou de ser só um bixinho guiado pelo instinto e agora comunica-se meio na nossa linguagem, meio na dele, mas já expressa com bastante veemência o seu desejo, agrado e desegrado e até carinho, com um doce e caloroso "Nanaaaaaaaaaaam", seguido de um abraço apertado e um encosto de cabeça. E com isso ele me coloca no bolso. Estamos entrando na fase de negociarmos, tentando não impor. Somente quando percebe-se que não há negociação da parte dele, quando o seu argumento é um belo choro.
Estamos, por enquanto, negociando a saída do banho, avisando que o banho acaba em 2 minutos, e ele argumenta, e a gente negocia, e em dois minutos (que geralmente passam pra cinco), e banho é findado, geralmente sem choro.
E aí começamos a fase de educar e transformar o nosso bebê em um cidadão que precisa ser conduzido dentro dos nossos princípios de moral, ética e bons costumes. Agora, realmente está começando a fase de maior responsabilidade das nossas vidas.
Devo confessar que sei que a missão será árdua, mas que sonho em olhar o Gui daqui uns 20 anos e pensar com um certo orgulho: - Conseguimos criar formar um Homem, conseguimos formar um Cidadão.
Que Deus nos proteja e nos guie nessa longa jornada.
Junto a todas essas novas experiências que a citei no último post, estamos também vivendo e aprendendo com a fala do Gui. Muito engraçado. Muito divertido e muuuuuuuuuuuuito legal.
Tem inventado tanta coisa que a gente não consegue entender. No meio saem algumas coisas palpáveis, tipo: Nanam, Dadá, Vovô, Vovó, adôua (bola), aua (lua), xeu (céu), Sol, água, iaia (animal), auí (árvore), adobú (Pablo), dudu (chupeta), é minha, e tá (tá, mesmo). Ainda tem outras, que não estou lembrando.
Mas mais do que falar mesmo, o que mais me deslumbro com essa fase que o pequeno está passando é justamento com o despertar da conciência dessa vida. Deixou de ser só um bixinho guiado pelo instinto e agora comunica-se meio na nossa linguagem, meio na dele, mas já expressa com bastante veemência o seu desejo, agrado e desegrado e até carinho, com um doce e caloroso "Nanaaaaaaaaaaam", seguido de um abraço apertado e um encosto de cabeça. E com isso ele me coloca no bolso. Estamos entrando na fase de negociarmos, tentando não impor. Somente quando percebe-se que não há negociação da parte dele, quando o seu argumento é um belo choro.
Estamos, por enquanto, negociando a saída do banho, avisando que o banho acaba em 2 minutos, e ele argumenta, e a gente negocia, e em dois minutos (que geralmente passam pra cinco), e banho é findado, geralmente sem choro.
E aí começamos a fase de educar e transformar o nosso bebê em um cidadão que precisa ser conduzido dentro dos nossos princípios de moral, ética e bons costumes. Agora, realmente está começando a fase de maior responsabilidade das nossas vidas.
Devo confessar que sei que a missão será árdua, mas que sonho em olhar o Gui daqui uns 20 anos e pensar com um certo orgulho: - Conseguimos criar formar um Homem, conseguimos formar um Cidadão.
Que Deus nos proteja e nos guie nessa longa jornada.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Viver e não ter a vergonha de ser feliz....
ô tempinho louco tem sido esses últimos 4 meses da família Lima Furtado. Puxadinho, mas bom!
Justamente a quatro meses atrás, chegamos de mala e cúia no Rio de Janeiro, para vivermos uma aventura que marcará o resto de nossas vidas.
- Passar 6 meses morando no Rio, num quarto de hotel (5 estrelas, mas é o quarto de hotel) em copacabana.
Quem não sabe dos detalhes deve achar que somos um pouco doidos/irresponsáveis. E quem sabe dos detalhes deve nos achar só loucos....
Independente das razões de estarmos aqui hoje, consigo fazer um breve balanço desses 4 muito bem vividos meses em terras cariocas.
Primeiro, chegamos aqui sem saber direito como as coisas seriam, fomos para um flat (ruinzinho) e batalhamos para conseguir uma boa creche pro meu pequeno. Em uma semana essa primeira batalha foi resolvida, na sexta ele já estava matriculado em uma ótima creche na zona sul.
Quanto a estadia, juntamos o fato do flat ser ruim com a distância da creche para o dito cujo, e no sábado mesmo modificamos o hotel e viemos para um muito bom, no início de copacaba, defronte da estção de metrô Cardeal Arco-Verde.
Então, passada a primeira batalha (adaptação de todos), começamos a viver a vida (quase uma novela das 8,ou ainda umreality show em que não há eliminados).
-Eu, indo e voltando todo dia do curso, aprendendo horrores, como fazia bastante tempo que eu não aprendia. Vibrando novamente com a minha profissão. E mais importante, adorando e admirando a família maravilhosa que Deus me deu.
-Gui, crescendo e descobrindo o mundo, tendo a bela oportunidade de conhecer coisas novas, com horizontes diferentes. Mesmo "morando" no nosso puxadinho, é uma criança linda que encanta nossos olhos ao descobrir a fala e a grandeza das coisas.
- Meu marido, irmão, amigo, companheiro (nunca gostei dessa palavra, pois me remete a coisas meio gays-não há preconceito, mas eu e ele não somos- mas mais que nunca ele tem sido isso para mim, todos os dias que completam esses 4 meses cariocas): esse é um guerreiro, estudante, visionário e admirável homem. Um pai como eu não conheço nenhum, e tô falando sério. Uma pessoa sem tamanho na sua beleza e "besteira" (principalmente quando envolve o Filipe).
Estamos vivendo dias maravilhosos e lindo, que começarei a contar aos poucos, agora que ganhei um novo brinquedo para poder me comunicar com vcs.
Beijos a todos e muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuitas alegrias.
Justamente a quatro meses atrás, chegamos de mala e cúia no Rio de Janeiro, para vivermos uma aventura que marcará o resto de nossas vidas.
- Passar 6 meses morando no Rio, num quarto de hotel (5 estrelas, mas é o quarto de hotel) em copacabana.
Quem não sabe dos detalhes deve achar que somos um pouco doidos/irresponsáveis. E quem sabe dos detalhes deve nos achar só loucos....
Independente das razões de estarmos aqui hoje, consigo fazer um breve balanço desses 4 muito bem vividos meses em terras cariocas.
Primeiro, chegamos aqui sem saber direito como as coisas seriam, fomos para um flat (ruinzinho) e batalhamos para conseguir uma boa creche pro meu pequeno. Em uma semana essa primeira batalha foi resolvida, na sexta ele já estava matriculado em uma ótima creche na zona sul.
Quanto a estadia, juntamos o fato do flat ser ruim com a distância da creche para o dito cujo, e no sábado mesmo modificamos o hotel e viemos para um muito bom, no início de copacaba, defronte da estção de metrô Cardeal Arco-Verde.
Então, passada a primeira batalha (adaptação de todos), começamos a viver a vida (quase uma novela das 8,ou ainda umreality show em que não há eliminados).
-Eu, indo e voltando todo dia do curso, aprendendo horrores, como fazia bastante tempo que eu não aprendia. Vibrando novamente com a minha profissão. E mais importante, adorando e admirando a família maravilhosa que Deus me deu.
-Gui, crescendo e descobrindo o mundo, tendo a bela oportunidade de conhecer coisas novas, com horizontes diferentes. Mesmo "morando" no nosso puxadinho, é uma criança linda que encanta nossos olhos ao descobrir a fala e a grandeza das coisas.
- Meu marido, irmão, amigo, companheiro (nunca gostei dessa palavra, pois me remete a coisas meio gays-não há preconceito, mas eu e ele não somos- mas mais que nunca ele tem sido isso para mim, todos os dias que completam esses 4 meses cariocas): esse é um guerreiro, estudante, visionário e admirável homem. Um pai como eu não conheço nenhum, e tô falando sério. Uma pessoa sem tamanho na sua beleza e "besteira" (principalmente quando envolve o Filipe).
Estamos vivendo dias maravilhosos e lindo, que começarei a contar aos poucos, agora que ganhei um novo brinquedo para poder me comunicar com vcs.
Beijos a todos e muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuitas alegrias.
Assinar:
Comentários (Atom)